Bible study plan
Jesus Vem
Quinze histórias curtas sobre Jesus, da visita de um anjo até um túmulo vazio — a pessoa para quem a história inteira vinha caminhando. Para crianças, cinco dias por semana, três semanas.
Tudo para onde os cinco primeiros planos vinham caminhando chega aqui. Quinze histórias curtas sobre Jesus — uma por dia, cinco dias por semana, durante três semanas.
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Passage links open in the Open Bible (OTB). Scripture quotations are from the Open Translation Bible (OTB), used under CC BY-SA 4.0.
How to use this plan
Esta página é para você, pai, mãe ou professor — não para a criança.
Quinze estudos, cinco dias úteis por semana, durante três semanas. Uma passagem curta por dia. Foi feito para ser todo o tempo de Bíblia da criança naquele dia e levar quinze ou vinte minutos, não uma hora.
Como é um dia
- Leia a passagem em voz alta. Duas vezes. Você lê na primeira vez. Deixe a criança ler na segunda, se ela já souber.
- Feche a Bíblia e peça que ela reconte com as próprias palavras. É a etapa que todo mundo pula, e é a que faz o trabalho. Se sair fraco, leia de novo e deixe que tente outra vez. Não transforme o reconto em aula — só pergunte: “e aí, o que aconteceu?”
- Faça as quatro perguntas. Deixe o silêncio existir. Uma criança de sete anos precisa de mais tempo do que você imagina, e a primeira coisa que ela diz normalmente não é o que ela quer dizer.
- Ajude-a a chegar a um “eu vou”. Pequeno e real vale mais do que grande e vago.
- Orem. A oração que vem embaixo de cada dia está ali se a criança quiser; as palavras dela são melhores. Orem no fim, não no começo — é uma resposta ao que ela descobriu, não uma dica do que ela deveria descobrir.
As quatro perguntas
Todo dia, as mesmas quatro:
- O que isto me mostra sobre Deus?
- O que me mostra sobre as pessoas — e sobre mim?
- O que eu vou obedecer esta semana?
- Quem eu vou contar?
Embaixo de cada dia você encontra uma versão de cada uma no tamanho da criança. Use essas se a formulação padrão passar por cima da cabeça dela; use as quatro padrão assim que ela conseguir carregá-las. São as mesmas perguntas que os planos de adultos usam, e isso é de propósito — uma criança que aprende estas quatro pode entrar em qualquer estudo bíblico pelo resto da vida.
Não ensine
O instinto mais forte que você vai ter é explicar. Segure. No momento em que você começa a ensinar, a criança para de descobrir, e você trocou uma habilidade que ela poderia guardar por uma resposta que ela vai esquecer.
Se ela disser algo que não está na passagem, não corrija — pergunte, com gentileza: “onde você vê isso na história?” Deixe que ela volte e olhe.
Este é o plano em que a criança pode querer responder
Em algum momento destas três semanas — muitas vezes no dia 11, ou no 14, ou no 15 — a criança pode dizer algo como “eu quero seguir Jesus.” Esteja pronto para isso, e não apresse.
O que ajuda: pergunte o que ela quer dizer, com as palavras dela. Deixe que ela ore também com as palavras dela, em voz alta, por mais desajeitado que saia. Não escreva o roteiro por ela e não transforme aquilo num espetáculo. Depois contem para alguém juntos — a pergunta 4 está bem ali.
O que não ajuda: pressionar por isso, ou tratar uma criança quieta como um fracasso. Algumas crianças respondem aos oito anos e outras aos dezoito, e um plano que empurra por uma decisão ensina a criança a encenar uma. O seu trabalho é continuar colocando Jesus na frente dela e deixar Deus fazer a parte de Deus.
Os dias pesados
Os dias 13 e 14 carregam o peso do plano inteiro, e precisam de cuidado, não de fuga:
- Dia 13 (o jardim). Jesus está genuinamente com medo e genuinamente triste. Isso não é um problema para ser explicado — é o dia em que uma criança assustada aprende que Jesus sabe exatamente como aquilo é.
- Dia 14 (a cruz). Conte com honestidade e simplicidade. Você não precisa do detalhe físico; uma criança não precisa imaginar os pregos para entender que aquilo lhe custou tudo. Fique onde Lucas fica: ele perdoou quem estava fazendo aquilo, e prometeu o paraíso a um criminoso que pediu. Se a sua criança chorar, essa é a resposta certa, não um problema a resolver.
E depois não pare aí de um dia para o outro, se você puder evitar. O dia 15 é a resposta ao dia 14. Se os dois caírem numa quinta e numa sexta, ótimo. Se o dia 14 cair numa sexta e deixar o fim de semana no meio, considere fazer o 14 e o 15 juntos em vez de deixar a criança no sábado por dois dias.
Faça o “eu vou” ser de verdade
Ponha um nome dentro e um dia em cima.
✗ “Vou ser mais gentil.” ✓ “Amanhã eu vou sentar com o Daniel no almoço e perguntar como ele está.”
Depois pergunte sobre isso no dia seguinte, antes de ler. Você fez? Contou para quem? Perguntar é o que transforma isto de um plano de leitura em um hábito de obedecer.
Idades, e idades misturadas
Escrito para mais ou menos 6 a 12 anos. Uma criança de seis anos vai precisar que você leia e vai responder em uma frase; uma de onze pode ler sozinha e escrever as respostas. Se você tem as duas à mesa, leia uma vez para todo mundo e deixe cada uma responder na profundidade dela. Não separe — os menores aprendem a responder ouvindo os maiores responderem.
O que vem depois
O plano para no túmulo vazio. A história da igreja — Atos, e tudo o que vem depois — não está aqui, e isso é de propósito. Se a sua criança perguntar “e o que aconteceu depois?”, esse é o melhor lugar possível para terminar: conte que os discípulos saíram e contaram para todo mundo, e é por isso que você sabe disso tudo.
Se você perder um dia
Continue de onde parou. Quinze estudos são quinze estudos, levem três semanas ou cinco. O que vocês começarem, terminem.
How to use a Bible study plan
Read one passage at a time together and ask a few simple questions: What does this tell us about God? About people? What will you obey this week, and who will you share it with? Simple, repeatable, and easy to pass on.
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