Bible study plan
Jesus É Mais Forte
Quinze dias por Marcos, fazendo a mesma pergunta várias vezes — existe alguma coisa que Jesus não seja mais forte do que? A resposta é não, e termina num túmulo vazio. Para crianças, cinco dias por semana, três semanas.
Quinze dias pelo Evangelho de Marcos — para crianças de mais ou menos seis a doze anos, cinco dias úteis por semana, três semanas.
Ele faz a mesma pergunta quinze vezes: existe alguma coisa que Jesus não seja mais forte do que? Uma febre. Uma tempestade. Uma legião inteira. Doze anos de doença. Uma menina morta. Um cesto vazio. O mar. O silêncio. O escuro. Um túmulo de quatro dias.
Depois ele faz a mesma pergunta sobre o único lugar em que ele não usou essa força — o dia em que ele poderia ter descido e ficou — e termina num túmulo vazio numa manhã de domingo.
Leia a passagem duas vezes, peça que a criança reconte com as próprias palavras, faça as quatro perguntas, chegue a um “eu vou”, e orem. Quinze ou vinte minutos.
Este é o último dos doze planos. Se a sua criança fez os outros onze, ela vai reconhecer quase tudo aqui, e é exatamente esse o ponto.
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Passage links open in the Open Bible (OTB). Scripture quotations are from the Open Translation Bible (OTB), used under CC BY-SA 4.0.
How to use this plan
Esta página é para você, pai, mãe ou professor — não para a criança.
Quinze estudos, cinco dias úteis por semana, durante três semanas. Uma passagem curta por dia. Foi feito para ser todo o tempo de Bíblia da criança naquele dia e levar quinze ou vinte minutos, não uma hora.
Este é o último dos doze planos, e ele deve ser feito por último. Catorze dos quinze dias são Marcos, em ordem, então as três semanas se leem como um livro só com uma pergunta atravessando tudo: existe alguma coisa que Jesus não seja mais forte do que?
Como é um dia
- Leia a passagem em voz alta. Duas vezes. Você lê na primeira vez. Deixe a criança ler na segunda, se ela já souber.
- Feche a Bíblia e peça que ela reconte com as próprias palavras. É a etapa que todo mundo pula, e é a que faz o trabalho. Se sair fraco, leia de novo e deixe que tente outra vez. Não transforme o reconto em aula — só pergunte: “e aí, o que aconteceu?”
- Faça as quatro perguntas. Deixe o silêncio existir. Uma criança de sete anos precisa de mais tempo do que você imagina, e a primeira coisa que ela diz normalmente não é o que ela quer dizer.
- Ajude-a a chegar a um “eu vou”. Pequeno e real vale mais do que grande e vago.
- Orem. A oração que vem embaixo de cada dia está ali se a criança quiser; as palavras dela são melhores. Orem no fim, não no começo — é uma resposta ao que ela descobriu, não uma dica do que ela deveria descobrir.
As quatro perguntas
Todo dia, as mesmas quatro:
- O que isto me mostra sobre Deus?
- O que me mostra sobre as pessoas — e sobre mim?
- O que eu vou obedecer esta semana?
- Quem eu vou contar?
Embaixo de cada dia você encontra uma versão de cada uma no tamanho da criança. Use essas se a formulação padrão passar por cima da cabeça dela; use as quatro padrão assim que ela conseguir carregá-las. São as mesmas perguntas que os planos de adultos usam, e isso é de propósito — uma criança que aprende estas quatro pode entrar em qualquer estudo bíblico pelo resto da vida.
Neste plano — o décimo segundo — a maioria das crianças já consegue carregar as quatro perguntas padrão sozinha. Deixe, e guarde as versões no tamanho da criança para os dias difíceis.
Faça a mesma pergunta todo dia
No fim de cada um dos treze primeiros dias, faça a pergunta em voz alta: então, do que Jesus foi mais forte hoje? Deixe a criança responder com as palavras dela e guarde as respostas onde ela possa ver — uma lista na parede, uma linha por dia.
Treze linhas são o argumento. O dia 14 é para que o argumento serve.
Os dois dias com espíritos maus
Dias 1 e 5. Conte com clareza, no nível de seis a doze anos, e não enfeite. Sem detalhe extra, sem clima, sem especulação sobre o que essas coisas conseguem fazer. A ênfase de Marcos não está nos espíritos de jeito nenhum — está em quão completa e quão rapidamente eles perdem. Uma frase de Jesus, e acabou.
Se a criança ficar com medo, essa é a frase para dar a ela: seja lá o que aquilo era, fez o que Jesus mandou, na hora. Se a criança ficar fascinada em vez de assustada, traga de volta do mesmo jeito — Marcos gasta um versículo com o espírito e o resto com Jesus.
O dia 14 é o plano inteiro
Por treze dias a criança viu Jesus parar tudo com uma palavra. No dia 14 há algo que ele não para, e ele poderia.
É aqui que o plano ou aterrissa ou quebra. Dois jeitos de quebrar:
- Triunfalismo — tratar a cruz como mais uma demonstração de poder, um truque esperto que fez a morte perder. Isso pula o fato de que Jesus morreu de verdade e de que aquilo lhe custou de verdade, e ensina a uma criança que seguir Jesus é vencer.
- Correr para o domingo — “mas não se preocupe, ele volta no estudo de sexta!” Não faça. Deixe o dia 14 ser sexta-feira por um dia inteiro. O domingo é um pão melhor quando o sábado foi sentido.
Diga isto em vez disso, com as suas palavras: ele não estava mais fraco naquele dia. Ele estava mais forte. Parar aquilo teria sido o fácil — ficar foi o difícil, e ele ficou de propósito, por nós. O centurião é a prova: o primeiro ser humano no Evangelho de Marcos a dizer este era mesmo o Filho de Deus foi um soldado que o viu morrer, não alguém que o viu fazer um milagre.
Deixe o grito também de pé. “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?” está na Bíblia na boca do próprio Jesus, e uma criança que aprende que essas palavras são permitidas recebeu algo de que vai precisar um dia. Não explique aquilo até desaparecer. “Até Jesus disse isso, e o Pai não ficou bravo com ele por isso” já basta.
Quando a criança faz a pergunta óbvia
Em algum ponto destas três semanas, a maioria das crianças faz: se Jesus é mais forte do que a doença, por que ele não curou a minha avó?
Não responda com uma fórmula. A resposta honesta é a que este plano de fato dá:
- Ele pode. Os dias 1–13 não são exagero.
- Ele nem sempre cura, e ninguém tem o direito de dizer por quê.
- Ele não está longe da dor — o dia 13 o mostra chorando no túmulo de um amigo que ele está prestes a levantar, e o dia 14 o mostra dentro do pior de tudo.
- O túmulo está vazio, então nada que aconteceu com quem a gente ama é o fim da história dessa pessoa.
“Eu não sei por quê, e sei que ele não é indiferente” é uma resposta verdadeira, e uma criança consegue carregá-la. Uma resposta arrumadinha que se revela falsa custa muito mais caro depois.
O dia 16 não existe — e isso é Marcos
Marcos 16:8 termina com as mulheres fugindo com medo e não dizendo nada a ninguém. É aí que o plano termina, de propósito.
Se a sua criança reparar que o final é abrupto, ela leu bem. Diga isso. Depois faça a pergunta que Marcos está fazendo a ela: as mulheres foram mandadas ir e contar. Elas ficaram com medo demais, no começo. E você, o que vai fazer? Todos os outros Evangelhos nos contam que no fim elas contaram — é por isso que conhecemos a história.
O fechamento do ano
Se a sua criança percorreu os outros onze planos, ela vai reconhecer quase tudo aqui — a filha de Jairo, a tempestade, os pães, Lázaro, a cruz, o túmulo vazio. Isso é por desenho. Ela começou com “no princípio” e termina aqui.
Marque isso. Faça alguma coisa no último dia: uma refeição, um certificado, ou deixá-la contar a história inteira de Gênesis ao túmulo com as próprias palavras enquanto alguém escreve. Uma criança que consegue fazer isso aos onze anos tem algo que a maioria dos adultos não tem.
Faça o “eu vou” ser de verdade
Ponha um nome dentro e um dia em cima.
✗ “Vou confiar mais em Jesus.” ✓ “Na segunda-feira, antes da prova, eu vou contar para Jesus que estou com medo em vez de fingir que não estou.”
Depois pergunte sobre isso no dia seguinte, antes de ler. Você fez? Contou para quem? Perguntar é o que transforma isto de um plano de leitura em um hábito de obedecer.
Idades, e idades misturadas
Escrito para mais ou menos 6 a 12 anos. Uma criança de seis anos vai precisar que você leia e vai responder em uma frase; uma de onze pode ler sozinha e escrever as respostas. Se você tem as duas à mesa, leia uma vez para todo mundo e deixe cada uma responder na profundidade dela. Não separe — os menores aprendem a responder ouvindo os maiores responderem.
Os dias 5, 7, 13 e 14 são os pesados. Leia com clareza, não fique nos detalhes, e deixe as perguntas da criança decidirem até onde vocês vão. Uma criança pequena que quer parar e falar sobre a morte não desviou o estudo — ela está fazendo o estudo.
Sobreposição com os planos de adultos
Este é um caminho infantil por Marcos; o Livro Inteiro: Marcos dos adultos percorre o mesmo terreno em outra profundidade. Se um pai ou uma mãe estiver fazendo aquele ao mesmo tempo, vale ter a conversa do jantar de propósito.
Se você perder um dia
Continue de onde parou. Quinze estudos são quinze estudos, levem três semanas ou cinco. O que vocês começarem, terminem — e este especialmente, porque o dia 15 é para o que os outros catorze serviram.
How to use a Bible study plan
Read one passage at a time together and ask a few simple questions: What does this tell us about God? About people? What will you obey this week, and who will you share it with? Simple, repeatable, and easy to pass on.
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