Estude a Bíblia, e estude com qualquer pessoa · 1 de 9
Um gosto, e os dois porquês
A gente não fala sobre estudo bíblico — a gente faz um. Depois damos nome aos dois motivos para abrir a Bíblia.
Parte: Começo
Hoje a gente não fala sobre estudo bíblico — a gente faz um. Depois dizemos por quê. Pegue uma Bíblia ou o celular e abra em Marcos 1:16-18, o chamado de Simão e André.
Leia em voz alta, duas vezes. Sem introdução, sem explicar “pescadores de pessoas” — só deixe assentar.
Reconte. Feche o livro e reconte a história com as suas palavras. Se sair fraco, leia de novo. Esse reconto é o primeiro gosto do método inteiro — é assim que você sabe que de fato engoliu a passagem, e não só passou os olhos por ela.
Agora passe a história pelas quatro perguntas — a sua primeira volta. Aguente o silêncio; não corra para a “resposta certa”. Não tem nenhuma esperando num slide.
- O que esta passagem me mostra sobre Deus?
- O que ela me mostra sobre as pessoas — e sobre mim?
- O que eu vou obedecer — um mandamento, um exemplo ou uma promessa?
- Para quem eu vou contar esta semana?
O que você acabou de fazer tem uma forma: 🍞 Comer → 🥣 Digerir → 🌱 Crescer. Você comeu a Palavra e digeriu; o crescimento é a parte de Deus, não a sua.
E há dois porquês por trás de abrir a Bíblia — os dois motivos de este curso existir:
- Para crescer. Para ser mudado, não só para saber mais.
- Para alcançar. Para levar isso a outra pessoa.
Eu achava que estudar a Bíblia era principalmente saber mais. Não é. É ser mudado e passar adiante.
O seu compromisso (“Eu vou…”): escolha um dia desta semana para fazer um estudo sozinho — com um dia de verdade, não “um dia desses”. O próximo módulo abre perguntando como foi.
Encerramento: “Me faça corajoso, me faça humilde.”
As citações das Escrituras são da Open Translation Bible (OTB), usada sob a licença CC BY-SA 4.0.
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